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10 Dicas Essenciais para a Aquisição de Tomógrafos Computadorizados: Guia Completo

    • Volume de Exames: Previsão de exames por dia, o que impacta na vida útil do tubo e na especificação da velocidade de gantry.
    • Operação/Plano de Atendimento: Junto com o volume previsto de exames, definir o horário de atendimento permite calcular qual produtividade se espera do equipamento (exames / hora).
    • Tipos Predominantes de Exames: Trauma, abdome, tórax, cardiologia (angio-TC), pediatria irão influenciar na escolha de pacotes de softwares;
    • Nível de Complexidade: Determina a necessidade de incluir softwares avançados e exigir equipamentos de alta resolução.
    • Velocidade de Gantry (giro): Impacta a rapidez do exame e a qualidade da imagem em órgãos móveis (ex: coração).
    • Tecnologias de Reconstrução Iterativa (IR): Reduz ruído e dose, melhorando a imagem final.
    • Material e Eficiência do Detector: O detector é o coração do tomógrafo. É ele quem converte os fótons de raios x em sinais elétricos que, depois, viram imagens. Os detectores modernos são compostos, basicamente, de dois elementos: (a) cintilador que converte raios x em luz e (b) fotodiodos que transformam luz em sinal elétrico. O cintilador costuma ser o grande diferencial entre modelos, pois quanto mais eficiente, melhor consegue “aproveitar” cada fóton.
    • Qual o material do cintilador do detector?
    • Qual a eficiência quântica do detector (DQE)? (vide dica 8)
    • Qual o tempo de resposta do detector?
    • Como o detector impacta a rotação mínima do gantry?
    • Qual a estabilidade do detector ao longo dos anos?
    • Custo de Manutenção: Negocie contratos de serviço e considere o custo de reposição do tubo de raios-X, que é o mais caro componente. Uma estimativa de TCO pode considerar de 2 até 4 trocas em 10 anos.
    • Consumo Energético: Tomógrafos com tecnologia mais antiga ou de baixa eficiência podem ter um consumo energético significativamente maior.
    • Produtividade: Um equipamento mais rápido impacta diretamente a receita gerada.
    • Adequação Elétrica: Picos de consumo, estabilização (UPS/Nobreak) e aterramento.
    • Blindagem e Layout: A sala exige blindagem radiológica conforme o projeto, seguindo as normas vigentes. Será necessário cálculo de Físico Médico para definição (obs.: aqui na Equipacare oferecemos este serviço).
    • Tempo de Resposta (SLA): Qual o tempo garantido para a chegada do técnico (Response Time) e para solução da falha?
    • Disponibilidade de Peças: Verifique se há estoque local para componentes críticos (tubo, gerador) para evitar longos períodos de downtime para importação.
    • Reputação: Faça visitas técnicas e pesquisas para obter relatos reais de hospitais que já usam o modelo desejado. Entender como é o atendimento do pós-venda na sua região é crucial.
    • Controle Automático de Exposição (AEC): Reduz a dose de radiação aplicada sem comprometer a qualidade da imagem.
    • Monitoramento da Dose: Ferramentas que registram e gerenciam a Dose Efetiva Acumulada para rastreabilidade.
    • Segurança de Dados: Cheque quais recursos garantem que a comunicação e o arquivamento de dados sejam seguros.
    • Softwares de Diagnóstico Avançado:
      • Angiotomografia Coronariana e Vascular (com subtração óssea).
      • Análise de Perfusão Cerebral, corporal e cardíaca.
      • Análise de Colônia Pulmonar/Nódulos (para rastreio e acompanhamento Oncológico).
      • Colonoscopia Virtual.
    • Recursos para Otimização de Imagem e Fluxo Clínico:
      • Redução de Artefatos Metálicos (MAR): Essencial para pacientes com próteses, implantes dentários ou stents.
      • Processamentos Espectrais/Dual Energy: Tecnologias avançadas que fornecem informações sobre a composição do tecido, otimizando o diagnóstico e a caracterização de lesões.
      • Recursos para Intervenção Fluoroscópica: Ferramentas em tempo real para guiar procedimentos minimamente invasivos.
      • Recurso para Planejamento Radioterápico: Integração e compatibilidade para simulação de tratamentos oncológicos.
    • Vida Útil do Tubo: Negocie a garantia do tubo e o seu custo de reposição futuro.
    • Eficiência Quântica do Detector (DQE): Indicador de quão bem o detector utiliza os fótons de raios-X, crucial para imagens de baixa dose.
    • Tempo de Giro (Gantry Rotation): Quanto menor, melhor para exames que exigem alta velocidade.
    • Tempo de Rotação do Gantry e Tempo de Reconstrução.
    • Latência: Tempo entre o final de um exame e o início do próximo.
    • Pitch Máximo e Tamanho do FOV: Impactam a cobertura e a velocidade em exames de corpo inteiro.
    • Garantia Mínima: Exija cobertura clara para tubo e detectores por no mínimo 12 meses. Idealmente, busque 24 meses de garantia.
    • Treinamento: Negocie treinamento abrangente para a equipe de operadores e de engenharia clínica. Recomenda-se um mínimo de 80 horas para garantir a proficiência.
    • Cláusulas de Penalidade: Inclua multas por atraso na entrega e no cumprimento dos SLAs de manutenção.

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