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Dicas para Aquisição de Equipamentos de Monitorização de Sinais Vitais

Conheça os tipos de arquitetura dos monitores multiparamétricos

  • Monitores pré-configurados: possuem parâmetros fixos definidos pelo fabricante. Sua principal vantagem é o menor custo de aquisição, a simplicidade de operação e a menor complexidade de treinamento das equipes.
  • Monitores modulares: permitem a inclusão e remoção de módulos específicos conforme a necessidade clínica, oferecendo maior flexibilidade e capacidade de expansão futura. São amplamente utilizados em ambientes críticos, onde diferentes perfis de pacientes podem demandar parâmetros avançados de monitorização.
  • Monitores mistos: combinam parâmetros básicos integrados ao equipamento com a possibilidade de expansão por meio da adição de módulos específicos ou da habilitação de parâmetros já previstos na plataforma, mediante a aquisição dos respectivos acessórios e sensores.

Defina onde o monitor será utilizado

Monitor de Triagem: O primeiro contato com o paciente

  • Parâmetros normalmente utilizados: Pressão Não Invasiva (PNI); Saturação de Oxigênio (SpO₂); Temperatura.
  • Características importantes para especificação: Carrinho dedicado para facilitar a mobilidade; Conectividade Wi-Fi; Leitor de código de barras para identificação do paciente; Integração com o prontuário eletrônico; Cálculo automático de EWS (Early Warning Score).

  • Parâmetros normalmente utilizados: ECG; Pressão Não Invasiva (PNI); Saturação de Oxigênio (SpO₂); Frequência Respiratória; Temperatura.
  • Características importantes para especificação: Facilidade de utilização; Baixo custo de operação; Alarmes configuráveis.
  • Atenção à qualidade dos acessórios: Nas enfermarias, a alta rotatividade de pacientes faz com que acessórios como cabos de ECG, sensores de SpO₂, manguitos de pressão arterial e sensores de temperatura sejam constantemente conectados e desconectados. Por esse motivo, esse costuma ser um dos setores com maior desgaste de acessórios. Durante a aquisição, é importante avaliar não apenas o monitor, mas também a qualidade, durabilidade e disponibilidade de reposição desses componentes.
  • Parâmetros normalmente utilizados: ECG; Pressão Não Invasiva (PNI); Saturação de Oxigênio (SpO₂); Frequência Respiratória; Temperatura. E, dependendo do perfil do paciente, Capnografia (EtCO₂) e Pressão Arterial Invasiva (PAI).
  • Características importantes para especificação: Baixo peso; bateria de longa duração; sistema de fixação adequado à maca; facilidade de transporte; resistência mecânica; continuidade da monitorização durante todo o deslocamento.

  • Parâmetros básicos: ECG; Pressão Não Invasiva (PNI); Saturação de Oxigênio (SpO₂); Frequência Respiratória; Temperatura; Pressão Arterial Invasiva (PAI).
  • Parâmetros avançados frequentemente utilizados: Capnografia (EtCO₂) (1 a cada 10 leitos, conforme RDC nº 7/2010); Débito Cardíaco; Monitorização Hemodinâmica Avançada.
  • Características importantes para especificação: Arquitetura modular; capacidade de expansão futura; integração com centrais de monitorização; integração com prontuário eletrônico; armazenamento de tendências e eventos clínicos.
  • Parâmetros básicos: ECG; Pressão Não Invasiva (PNI); Saturação de Oxigênio (SpO₂); Temperatura; Capnografia (EtCO₂); Pressão Arterial Invasiva (PAI).
  • Parâmetros frequentemente necessários: Índice Bispectral (BIS); Monitorização Neuromuscular (TNM); Análise de gases anestésicos.
  • Características importantes para especificação: Tela ampla para visualização simultânea de múltiplos parâmetros; facilidade de expansão através de módulos; integração com equipamentos de anestesia; registro de tendências e eventos clínicos; conectividade com sistemas hospitalares.

  • Visualização simultânea de múltiplos pacientes;
  • Gerenciamento inteligente de alarmes;
  • Tendências e históricos clínicos;
  • Armazenamento de eventos;
  • Integração com prontuário eletrônico;
  • Expansão de leitos monitorados;
  • Relatórios e exportação de dados;
  • Controle de acesso e rastreabilidade de usuários.
  • Quantidade máxima de leitos suportados;
  • Necessidade de licenças para expansão;
  • Possibilidade de adicionar novas unidades ou setores;
  • Limitações de software e infraestrutura;
  • Requisitos de servidores e armazenamento de dados.

Conclusão

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