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Da Informação à Ação: Como os Dados Organizados Transformam a Gestão da Manutenção Hospitalar


  • maior controle e confiabilidade da engenharia clínica hospitalar;
  • otimização do desempenho dos ativos médicos;
  • redução de riscos assistenciais;
  • melhor gestão dos custos ao longo do ciclo de vida dos equipamentos.

  • inventário técnico dos equipamentos médicos;
  • históricos de manutenção preventiva e corretiva;
  • custos de peças, serviços e contratos;
  • prazos de garantia e certificados regulatórios;
  • cronogramas de calibração e testes de segurança elétrica;
  • desempenho de fornecedores e prestadores de serviço.
  • perda de prazos de manutenção preventiva;
  • aumento de falhas inesperadas e manutenções corretivas;
  • dificuldade de priorizar ativos críticos;
  • decisões baseadas em percepção, e não em evidências;
  • fragilidade em auditorias e processos de acreditação hospitalar;
  • baixa transparência para gestores e órgãos reguladores.

  • Controle completo dos ativos hospitalares, abrangendo equipamentos médicos, acessórios, utilidades prediais e infraestrutura crítica;
  • Rastreabilidade total das manutenções, com registro claro de quem executou cada atividade, quando foi realizada e quais procedimentos foram adotados;
  • Disponibilidade de evidências organizadas, fundamentais para auditorias internas, externas e processos de acreditação como ONA, Joint Commission e ISO;
  • Análise histórica e preditiva, apoiando a migração de uma manutenção reativa para uma manutenção baseada em dados e risco.

  • centralização de todas as informações de engenharia clínica em uma única plataforma;
  • dashboards e relatórios em tempo real para acompanhamento de indicadores de desempenho (KPIs);
  • histórico completo de manutenções preventivas e corretivas;
  • alertas automáticos para prazos críticos, contratos, garantias e certificações;
  • priorização de ações conforme a criticidade clínica e o risco operacional dos ativos.

  • redução significativa de falhas inesperadas e ocorrências emergenciais;
  • diminuição dos custos associados à manutenção corretiva e ao tempo de inatividade dos equipamentos;
  • maior facilidade na comprovação de conformidade regulatória e acreditações hospitalares;
  • suporte técnico para decisões estratégicas, como substituição ou modernização de equipamentos;
  • aumento da segurança do paciente, com maior confiabilidade dos equipamentos assistenciais;
  • planejamento financeiro mais preciso e sustentável;
  • maior controle e previsibilidade dos custos operacionais.

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